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Daddy Yankee fala sobre sua amizade com Claudia Leitte e revela que está em negociação para lançar canção com Anitta!



Se você é fanático por música latina, com certeza conhece bem o rei do Reggaeton, Daddy Yankee. E mesmo que ainda não seja fanático, com toda certeza conhece as suas músicas.

Porto-Riquenho, de conservados 43 anos e vencedor de 6 Grammy Latin Awards, Ramón Luís Ayala Rodríguez, mais conhecido como Daddy Yankee, ficou conhecido mundialmente por levar o nome do reggaeton ao mundo em 2005 com a canção "Gasolina" e por repetir o mesmo feito em 2018 com "Despacito" quebrando todos os Records possíveis, se tornando o videoclipe mais visualizado do mundo de todos os tempos. 

Colecionador de hits, Daddy Yankee  nunca perdeu seu trono de rei do reggaeton e todos os anos emplaca grandes sucessos, como Limbo, Shaky Shaky, Dura, Despacito com Luis Fonsi, Con Calma, que acabou de estrear como trilha sonora da novela das 7, Vuelve com Bad Bunny, Adictiva com Anuel AA e a canção China . Artista de grande respeito e respaldo dentro do gênero urbano e fora, Daddy Yankee sempre é homenageado em premiações e eventos, ainda este ano, ele foi homenageado durante Os Premios Lo Nuestro onde cantou alguns dos seus marcos mais antigos.


Como dizia uma velha frase do próprio Daddy Yankee, "ele não faz pauta, ele é a pauta" e desde Despacito, lugares onde o consumo intensivo do reggaeton era mera utopia, hoje realidade e agora não somente sites especializados em reggaeton falavam do assunto, mas sim sites de vários gêneros e ideologias, principalmente sites pops que mesmo não acompanhando a cena urbana, ganhou um afeto pelo gênero, dando-lhe um espaço que antes lhe era negado.

Daddy Yankee já havia investido no Brasil muito antes do Despacito, quando em 2016 veio ao Brasil para gravar o videoclipe da canção Corazón com a Claudia Leitte e participar de vários programas de Tv como Caldeirão do Huck e The Voice Brasil junto com a carioca de coração baiano.

Em entrevista ao site HugoGloss, Daddy Yankee falou que ama o Brasil e o funk e que pretende voltar logo ao país. Revelou também que o Brasil lembra muito Porto Rico e que ouve muitas canções do Brasil para se inspirar na energia que se transmite.

Além disso, falou também que tem uma amizade muito próxima com a Claudia Leitte e que além da parceria com Claudia, estaria conversando também com a Anitta para fazerem algo quente.

Durante a entrevista, Daddy Yankee falou sobre o preconceito que sofria com o reggaeton no início quando o reggaeton não era muito difundido e que com seu trabalho ele veio reeducando aos poucos o preconceito e hoje desfruta do sucesso, sendo um dos homens mais influentes da América Latina e no mundo, além de ter o videoclipe mais assistido de toda história da internet.

Daddy Yankee revela que colhe frutos de Despacito até hoje, inclusive foi uma nova porta de entrada em todo o mudo e também no Brasil e comemora o sucesso da sua nova canção Con Calma, que inclusive é tema da novela das 7 da Globo.


Confira a entrevista completa abaixo:



A música latina tem ganhado muito espaço em mercados internacionais nos últimos anos. Você conseguiu esse feito 15 anos atrás com o super hit “Gasolina”. Como você se sente como um dos precursores desse movimento?

DY: Quando lançamos “Gasolina”, nós emplacamos o reggaeton em um nível mundial, então é muito bom ver que agora, depois de 15 anos, colhemos frutos e resultados de um trabalho muito duro. Finalmente vemos o reggaeton sendo respeitado em uma escala global.

“Despacito”, canção sua e de Luís Fonsi, foi outro marco nessa escalada latina. Foi a primeira música em espanhol, desde Macarena, em 1996, a alcançar o topo das paradas dos EUA, no qual permaneceu imbatível por 16 semanas. O que essa faixa mudou em sua vida?

DY: “Despacito” definitivamente me colocou na primeira página diante de uma nova geração no mundo da música. Essa canção também mudou a percepção que grupos de nacionalidades diferentes (dos latinos) olhavam pra gente. As pessoas não sabiam que existia uma cultura de verdade por trás de “Despacito”. O que quero dizer é, assim como você falou na primeira pergunta, 15 anos atrás, com “Gasolina”, a gente tinha estabelecido o que era o reggaeton, mas muitas pessoas achavam que era aquilo. Só uma música. Quando elas ouviram “Despacito”, perceberam que não era só uma música, mas sim uma cultura, um movimento latino, que consagrou seu lugar na música. Graças a “Despacito”, Fonsi e eu fomos colocados, junto desse movimento urbano, sob a luz dos holofotes mais uma vez.

Como foi trabalhar com Justin Bieber no remix?

DY: Foi ótimo! Trabalhar com ele foi uma honra imensa, eu respeito muito esse garoto. Ele é muito talentoso e fez um trabalho maravilhoso no remix. Definitivamente, essa junção de um artista internacional com os latinos teve um impacto muito grande em diferentes grupos sociais e étnicos.




Desde “Despacito”, muitos artistas não latinos que nunca haviam se preocupado com esse gênero, passaram a gravar canções no estilo. Acha que, de certo modo, existe um oportunismo nisso?

DY: Sim, 100%. Essa revolução do reggaeton mudou o rumo do jogo. Anos atrás, se você emplacasse um hit nas paradas mainstream, você era visto como um artista global, mas com a gente não era bem assim. Finalmente, essa revolução nos trouxe ao lugar onde esperávamos estar por tantos anos. A música é global. Agora, estando de novo nos charts, percebemos que temos que criar música pro mundo, e não só para um país.

Já sofreu preconceito por cantar música latina? Ainda existe esse tipo de julgamento?

DY: Nossa, sim! Lá no início, quando o ritmo era menos conhecido, as pessoas não entendiam esse movimento, porque as raízes dele vêm das ruas. Então, as pessoas não sabiam muito e tinham até medo disso. Mas pouco a pouco, nós as ensinamos a como respeitar e aprender mais sobre nós. Mas com certeza, no início, sofri preconceito e sentia que tinham medo de mim.

Você gravou “Corazón”, com a Claudia Leitte, em 2016, e desde então não fez mais nenhuma parceria no Brasil. Por quê?! Acompanha algum artista daqui? Com quem mais do nosso país você gostaria de fazer um feat?

DY: Bom, minha melhor amiga daí é a Claudia! Nós nos conhecemos e eu gosto bastante dela, é uma ótima pessoa! Mas claro, gostaria também de fazer uma colaboração com a Anitta! Tenho uma relação super legal com ela. Outro dia, nós estávamos conversando sobre fazer uma nova música juntos. Espero que a gente consiga fazer algo bem “quente”.




 O que acha do funk? Você provavelmente já conhece esse gênero por conta da amizade com a Anitta, né?

DY: Cara, eu amo funk! Na verdade, eu amo tudo sobre o Brasil! O país de vocês é tão inspirador!

Que bom! Obrigado por dizer isso!

DY: É claro! Vocês têm uma cultura tão rica aí… Eu amo muito tudo sobre o Brasil! A vibe, as batidas, todos os gêneros de música que vocês têm por aí… Eu amo mesmo! Eu escuto diversos estilos de música daí, porque isso me mantém motivado!

 Seu novo hit “Con Calma” está bombando no Brasil, tá tocando até na trilha sonora de uma das novelas mais populares daqui! Você sabia?

DY: Oh! Eu ouvi falar disso, sim! Me sinto ótimo em relação a isso! É tão legal poder fazer parte de uma telenovela do Brasil, cara! Vocês têm uma cultura muito grande de apreciadores desse tipo de conteúdo e sei muito bem disso! Finalmente, eu consegui atingir um marco bem importante aí no Brasil! Vejo isso como uma oportunidade imensa do país todo escutar minha música e me sinto muito grato por isso.

E como surgiu a ideia de convidar Katy Perry para fazer um remix da música?

DY: Bom, a ideia foi de trazer respeito! Gosto de produzir as coisas sempre em um nível respeitável e inesperado. As pessoas não estavam, nem de longe, imaginando uma colaboração minha com Katy Perry, e eu gosto de fazer coisas desse tipo! Dessa maneira, a gente consegue surpreender bastante os ouvintes. E a colaboração foi muito legal! A Katy é demais, super humilde e pra mim foi uma honra poder trabalhar com ela.

Sua última vez no Brasil foi em 2016, certo?! O que mais gostou daqui? Há algo que não te agradou? Quando volta?
DY: Sim, foi isso mesmo. Eu fui para gravar o vídeo com a Claudia e, como disse, foi só amor! E quero voltar o mais rápido possível! Se vocês me quiserem aí, é só pedirem que eu vou amar voltar, pra mostrar minhas habilidades em qualquer show ou festival que estiver rolando… Espero ir em breve! Aí me lembra demais de Porto Rico, sabe… Eu amo o Brasil!

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